sábado, 7 de fevereiro de 2009

O SOM DO COMPARSAS - PATTI SMITH



Patti Smith, a poetisa e cantora norte-americana tornou-se proeminente durante o movimento punk com seu álbum de estréia, Horses em 1975. Conhecida como "poetisa do punk", ela trouxe um lado feminista e intelectual à música punk e tornou-se uma das mulheres mais influentes do rock and roll.
Engajada politicamente, sempre foi Comparsa de primeira hora, e não foge das boas brigas.
Gosto de postar um som comparsiano, mas os Comparsas são multimusicais, e solicito que postem aqui suas preferencias...postem djá !!!
Vamos dar uma cara definitiva e personalista ao SOM DO COMPARSAS !!!

4 comentários:

Anônimo disse...

"Pegue me agora baby aqui como eu estou
Aproxime-se tente e entenda
O desejo está faminto é o fogo que eu respiro
O amor é um banquete no qual eu me alimento
Vamos agora tente e entenda
O jeito que eu me sinto quando estou em suas mãos
Pegue minha mão e venha à paisana
Eles não podem te machucar agora, não podem te
machucar agora, não podem te machucar agora
Porque a noite pertence aos amantes
Porque a noite pertence à luxúria
Porque a noite pertence aos amantes
Porque a noite nos pertence
Eu duvidei quando estava sozinha
O amor é um toque no telefone
O amor é um anjo disfarçado de luxúria
O amor é nossa cama até chegar a manhã
Vamos agora tente e entenda
O jeito que eu me sinto quando estou sob seu comando
Pegue minha mão e o sol se põe
Eles não podem te tocar agora, não podem te tocar
agora
Porque a noite pertence aos amantes
Porque a noite pertence à luxúria
Porque a noite pertence aos amantes
Porque a noite nos pertence
Com o amor nós dormimos com dúvida
O circúlo vicioso roda e roda
Sem você eu não vivo, perdoe a ansiedade que queima
Eu acredito num tempo bem real para curar
Então me toque agora me toque agora"

Estas faminto por amor hein....


10 x 0 nos "TECNOGAY" ou "BICHATRONIX" que toca em radios de hoje em dia...

Ja tem meu voto!!!

Primo disse...

O rock´n´roll ainda carece de mais fofas como Patti...

jovino disse...

Ela está infinitamente acima do que foi o Punk rock,musicalmente, poeticamente e canta muito e chega a lembrar o estilo de cantar e o próprio som do grande Lou Reed com um vigor visto em poucas cantoras de rock e me sinto um pouco frustrado por não ter nenhum disco dela, pois os que quis comprar na época, não consegui. Talvez, até sem querer tenha sido uma precursora do movimento punk como o foi também o Lou reed com aquele seu visual meio andrógeno (rock and roll animal).
Quanto à música, de um modo geral (não gosto de axé, breganejo, pagode, o tal do funk atual e similares). O resto, se for bem feito, devoro tudo, desde músicas clássicas (adoro Vivaldi, Heitor Villa Lobos, Paganini), Jazz, Blues, MPB e o rock and roll (o que foi feito desde o início lá pela década de 50 até o final da década de 70). Um dia destes, o Mestre Joca postou lá em seu blog um vídeo de Billy Holliday, umas das coisas mais bonitas que eu já vi, com uma interpretação de emocionar, com um nipe de músicos do mais alto gabarito fazendo os mais incríveis solos. Destas Jam sessions é que nasceram muita coisa em termo de ritmos que ouvimos hoje.
Poderia ficar aqui citando Ns grupos e artistas, mas vou colocar o que mais traduz para mim o que seja rock and roll, que é o rock guitarra, e nesta música do Lou Reed e ao vivo lá pela início da década de 70, traduz para mim, um dos maiores shows já produzidos e acompanhado de uma banda que marcou época liderada pelo guitarrista Steve Hunter e Dick Wagner (infelizmente, não é um vídeo do show).
Jovino
Vicious - DICK WAGNER -- STEVE HUNTER
http://www.youtube.com/watch?v=L4alub7VgCU&feature=related

jonny disse...

Acho que em vez de ser tachada punk, ele foi precusora do que seria o grunge, tanto que ela virou amiga do Kurt Cobain e participou do album homenagem póstuma pra ele.
Seu último disco (dividido em 2), o Patti Smith - iTunes Originals (2008) - Parte 1 - Parte 2, são vários covers. Uma música que toca muito na Eldorado FM é a regravação de Everybody wants to rule the world, do Tears for Fears, Tias Fofinhas, como quiserem.
Quem deu uma pussssta força para ela voltar ao cenário foi o Michel Stipe do REM.
Mas nunca mais ela emplacou um hit como Because The night, do seu primeiro disco, Horses, sua masterpiece. Tanto que este disco Horses teve recentemente uma edição comemorativa dos 30 anos. 16 discos para quem começou em 1975 é muito pouco, não?