Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não faz nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!
Autor anónimo
(dica dos Comparsas Jonny Mendes e Paulo Sousa)
Comentários
repassei pra turma e o Paulão gostou tanto que enviou este que está postado.
abraços
PS: e o Regi PV mandou depois este:
http://www.youtube.com/watch?v=LnLVRQCjh8c
Infelizmente o que tem de neguinho por aí que se entrega por qualquer coisinha, morrendo de medo de enfrentar desafios, arriscar-se de alguma forma e ao fim sorrir interiormente, depois de superar o desconhecido, ou então, rangendo os dentes e se autodizer -: na próxima eu consigo!!!
Grande post esse.