quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

1 ANO EM 40 SEGUNDOS...




O Eirik Solheim, norueguês, diariamente na mesma posição de câmera, fez várias fotos na varanda de sua casa. Após um ano, juntou as imagens e as editou em um vídeo de 40 segundos que mostra bem a mudança das estações do ano e a natureza camaleônica.
Mas como todo artista, prima pela perfeição e quando finalizou a edição do vídeo, fez esse relato:
"O fundo sonoro é real, mas não exatamente sincronizada com as imagens. O meu principal objetivo era o de capturar áudio de primavera, verão, outono e inverno. A partir do mesmo local. E, em seguida, adicionar o áudio ao images.Bem, todas as imagens e todo o áudio são capturados no mesmo local. Tornando muito real ...(há uma versão mais longa, de dois minutos,
em seu blog)". Ao tentar recriar ou imitar a natureza, é reconhecer as nossas limitações!
(reprodução/dica Neatorama)

6 comentários:

Marcia G. disse...

Que maravilha! Obrigado por encontrar e publicar isso para nós. I love!

Primo disse...

petáculo, Sahib.
tentei fazer o mesmo comigo, mas desisti no segundo ano...afeeee

Buonanno disse...

Muito bonito!

E com o tempo certo para não ficar chato de assistir.

Jonny disse...

Ao ver isso me lembrei deste filme (acho que alguém aqui além de mim deve ter assistido também): Koyaanisqatsi: Life out of balance é um documentário lançado em 1983 dirigido por Godfrey Reggio com música do compositor Philip Glass.

É o filme mais conhecido da trilogia Qatsi, que é composta juntamente com as seqüências Powaqqatsi (1988) e Naqoyqatsi (2002).

A trilha sonora deste documentário possui grande importância pois o desenrolar tem a velocidade e o tom ditados por ela. Não existem diálogos e também não são feitas narrações durante todo o documentário.

São apresentadas cenas em paisagens naturais e urbanas, muitas delas com a velocidade de exibição alterada. Algumas cenas são passadas mais rapidamente e outras mais lentamente que o normal, criando juntamente com a trilha sonora uma idéia diferente da passagem do tempo. Vários dos efeitos apresentados se tornaram clichês usados em outros filmes e programas de televisão.

A palavra koyaanisqatsi tem origem na língua Hopi e quer dizer "vida desequilibrada", ou "vida louca". O significado é revelado ao final do documentário antes da apresentação dos créditos. No final do documentário são cantadas três profecias do povo Hopi em sua própria língua, as quais também têm suas traduções apresentadas antes dos créditos.

O filme leva sua audiência a refletir sobre os aspectos da vida moderna que nos fazem viver sem harmonia com a natureza, bem como a pressão exercida pelas inovações tecnológicas que tornam o cotidiano cada vez mais rápido.
Em resumo, era uma pussssta viagem essa trilogia. Recomendo.

Primo disse...

Iiiiiiçaaaa...esse é o Jonny, careca irmão gemeo do Saloma, separados no nascimento.
Sabe tudo de imagem o cabra, diretor de arte de responsa da publicidade paulistana...dá-lhe garoto !!!

Speed disse...

A Marcia tem razão: obrigado Sahib!