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terça-feira, 29 de novembro de 2011

AS FAÇANHAS DE AYRTON

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O MAIOR VOCALISTA DA HISTORIA DO ROCK ?

Seja fazendo parceria com a grande MONTSERRAT CABALLE, seja arrasando com o QUEEN, Farroch Bulsara, nosso FREDDY MERCURY foi um dos maiores vocalistas da historia do rock, e pra mim em particular, o maior de todos!
Nascido na Cidade de Pedra, em Zanzibar exatamente em 05 de setembro de 1946, faria hoje 65 anos, mas a doença maldita do século o levou em 1991.
FREDDY MERCURY...IMORTAL !!!




domingo, 29 de maio de 2011

Tributo: RONNIE PETERSON



Bengt Ronald Peterson, o RONNIE PETERSON (14.02.44 — 11.09.78), o "sueco voador", foi um piloto comparsa da década de 1970.
Nascido em Örebro, na vizinhança de Almby, desenvolveu sua pilotagem muito jovem, quando ainda competia no kart, e carregou esse estilo até a Fórmula 1 - muitas das fotos dele ao volante retratam seu carro deslizando nas quatro rodas em alguma curva qualquer. Peterson dominava esta técnica - o drift - como poucos pilotos da história. Era extremamente arrojado e hábil, em contraste com sua aparência delicada, com seu físico relaxado e um jeito tímido que lhe rendeu fama de frio.
Ronnie fez sua estréia em Grandes Prêmios guiando para a March, no GP de Mônaco de 1970. Antes, após os tempos de kart, participou da Fórmula 3 competindo pela equipe Svebe. Em 1971 venceu o campeonato europeu de Fórmula 2 guiando pela March, e ainda obteve 5 segundos lugares na Fórmula 1, que lhe valeram o vice-campeonato da categoria. Permaneceu na March até 1973, quando assinou contrato com a John Player Team Lotus para competir ao lado de Emerson Fittipaldi.
Sua primeira vitória foi no GP da França de 1973. Naquele ano venceu mais três vezes.
Em 1974 obteve mais três vitórias, nos GPs da França, Itália e Mônaco. Depois de um ano ruim em 1975, em que o Lotus 76 provou ser um erro, voltou a guiar pela March, equipe pela qual venceu o GP da Itália de 1976.
Em 1977 Peterson correu pela Tyrrell, com o lendário carro de seis rodas, mas a antes vitoriosa esquadra dos carros azuis já havia iniciado sua longa e irreversível decadência. O ano foi particularmente ruim para Peterson e, para surpresa de muitos, o sueco voltou a assinar contrato com a Lotus para a temporada de 1978.
Pela equipe de Colin Chapman, que havia aperfeiçoado o revolucionário conceito aerodinâmico do carro asa, Peterson venceu os GPs da África do Sul e Áustria. Mesmo assim, por condição contratual imposta pela equipe, não lhe foi permitido duelar diretamente com o companheiro de equipe Mario Andretti, primeiro piloto do time. Apesar de os resultados já lhe assegurarem o vice-campeonato, tal situação na Lotus levou Peterson a negociar uma possível ida para a McLaren na temporada de 1979.
A Lotus chegou ao GP da Itália com a possibilidade de tornar Andretti campeão antecipado. Nos treinos, Peterson teve seu carro titular danificado, e precisou recorrer ao carro reserva, que era um modelo mais antigo da Lotus.
Foi exatamente nesta corrida que estreou na F-1 o semáforo, em substituição ao antigo método de largada em que se baixava uma bandeira com as cores do país-sede do GP. No entanto, o diretor da prova, Gianni Restelli, atrapalhou-se com a novidade: antes que os carros das últimas filas do grid houvessem parado, foi acionada a luz verde. Os pilotos que vinham de trás, portanto, arrancaram em maior velocidade, o que fez com que todos os carros chegassem juntos ao ponto em que a reta se estreitava antes da Chicane Goodyear. Alguns carros se tocaram, e o Lotus de Peterson foi jogado para fora da pista, de encontro ao guard-rail. O choque danificou seriamente a parte dianteira do Lotus e rompeu os tanques de combustível, causando um grande incêndio. Peterson foi tirado do carro com graves ferimentos nas pernas, por bombeiros e outros pilotos, e foi internado. Os primeiros procedimentos médicos no atendimento incluíram a amputação do pé esquerdo do piloto. No dia seguinte, Ronnie Peterson faleceu, vítima de embolia causada pelas fraturas.
Nas entrevistas dos pilotos após a prova, o inglês James Hunt declarou que, pelo som que emitia no momento da largada, o antigo Lotus reserva que Peterson estava usando parecia ter problemas e não acelerar devidamente, o que teria contribuído para o desastre. No mesmo acidente foi seriamente ferido Vittorio Brambilla, atingido na cabeça por uma roda solta de um dos carros envolvidos, e alguns meses depois Riccardo Patrese foi colocado em sursis pela FIA, sob a acusação de ter sido elemento culposo do acidente. Por conta da confusão ocorrida com o uso do semáforo no GP da Itália, determinou-se que a largada só poderia ser dada depois que um fiscal atravessasse o grid com uma bandeira na mão, sinalizando que todos os carros haviam parado.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tributo: CLAY REGAZZONI



Tendo nascido na área fronteiriça da Suíça onde se fala predominantemente o italiano, Gianclaudio Regazzoni, o CLAY REGAZZONI foi efetivamente considerado como italiano pelos tifosi, o que era motivo de grande orgulho durante seus anos na Ferrari em meados dos anos 1970.
A primeira vitória do velho Rega veio durante sua primeira temporada na Fórmula 1 em 1970, quando ele venceu o Grande Prêmio da Itália em Monza ao volante de uma Ferrari 312B. Embora só tenha competido em oito das 13 corridas daquele ano, ele terminou em terceiro no campeonato, atrás do seu companheiro de equipe Jacky Ickx e do falecido Jochen Rindt, que ganhou postumamente o campeonato daquele ano.
Muitas vezes foi considerado um piloto de estilo extremamente agressivo, e até mesmo desleal. Porém, aqueles que o conheceram e com ele conviveram diziam ser uma das pessoas mais amáveis de todo o automobilismo.
Depois de duas temporadas na Ferrari, Regazzoni mudou-se para a BRM, onde fez parte de uma equipe que incluía Jean Pierre Beltoise e Niki Lauda. Em 1974, a Ferrari decidiu chamar Regazzoni de volta. Ele aceitou imediatamente e sugeriu a Enzo Ferrari que também chamasse Niki Lauda. Regazzoni e Lauda, juntamente com o chefe de equipe Luca Cordero di Montezemolo e o diretor técnico Mauro Forghieri, formaram uma parceria bem-sucedida que gerou 15 vitórias, dois títulos de construtores, e um campeonato para Lauda, em 1975.
A melhor temporada de Regazzoni foi em 1974, quando ele perdeu o campeonato para Emerson Fittipaldi por somente três pontos. Na segunda metade dos anos 1970, Regazzoni participou das 500 milhas de Indianápolis com a McLaren e pilotou para equipes médias da Fórmula 1 como a Ensign e a Shadow, até que Sir Frank Williams ofereceu-lhe novamente uma vaga competitiva em um de seus carros, em 1979. Regazzoni pagou o favor dando-lhe a primeira vitória da equipe em Silverstone, mas foi substituído por Carlos Reutemann ao fim da temporada.
Em 1980 ele sofreu um acidente durante o GP dos EUA em Long Beach, quando os freios de seu Ensign falharam no fim de uma reta de alta velocidade. Seu carro bateu em grande velocidade contra a Brabham do argentino Ricardo Zunino, que estava parado no canto de uma área de escape, incendiando-se em seguida. O acidente deixou Regazzoni paralisado da cintura para baixo. Desde então, ele se dedicou a ajudar portadores de deficiência física a obter igualdade de oportunidades, além de continuar competindo em competições com carros históricos, sua grande paixão.
Anos antes em 1973, sua vida já tinha sido salva pelo inglês Mike Hailwood, que chegou a queimar as mãos e os pés ao tentar livrar, no grande prêmio da África do Sul o piloto de seu carro em chamas.
Um instigante relato de sua vida pode ser encontrada em sua autobiografia "È questione di cuore" ("É um assunto do coração") publicado em meados dos anos 1980. No final da vida Regazzoni dividia seu tempo entre Mônaco e Lugano, e ocasionalmente fazia comentários para canais de TV suíços e italianos.
No dia 15 de dezembro de 2006, o velho e bom camarada Regazzoni veio a falecer depois que seu carro colidiu com um caminhão na região oeste da cidade de Parma, no norte da Itália. Regazzoni tinha 67 anos e sua morte causou grande comoção entre os tifosi, que o tinha como grande ídolo.